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19 de fevereiro de 2013


“Um, dois e… quando me dou conta, já fui, me joguei antes de contar até três, disse o que não era para ser dito, fiz coisas que não era para ter feito, me arrebento rápido, nem dói de tão ligeiro. Mentira, dói de qualquer jeito.”
— Martha Medeiros.

5 de fevereiro de 2013

- É nisso em que eu acredito: em mim. Ponho a mão no fogo por minhas vontades, desejos e até futilidades. Sou eu, e não uma pessoa qualquer que você esbarrou na esquina. Sou eu: linda, meio ruiva, com olhos castanho-esverdeados, de porte alegre e confiante. Sou eu ali, passando com pressa, atrasada para a minha próxima aula de cursinho. Sou eu com um coque desarrumado, estudando enlouquecidamente para uma prova da vida. Sou eu e apenas eu. Quem me quiser bem e ao seu lado, sempre terá o mesmo de mim.
E, eu sei que ele virá atrás de mim. E, essa certeza é maior do que todos os ventos contrários.

Katherine Heathcliff

Covarde é aquele que se esconde atrás de muralhas, fingindo que o mundo e a vida não podem lhe atingir. Corajoso é aquele que luta até o fim, enxerga com sentimentos e vive com palavras.
Quem não sabe distinguir os dois, não passa de uma mosca, uma varejeira, que se enconsta até sugar-lhe a vida alheia.

Katherine Heathcliff

"Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço." CFA

26 de dezembro de 2012

Be yourself no matter takes.


O mundo me prefere com dois braços e duas pernas, mas não sei mais ser humana. Sorrir cansa. Chorar cansa. Mas o que mais cansa é procurar desesperadamanete um intermediário e esquecer que o mundo é mais que aparências.
Eu sou volúvel. Grande surpresa. Mas ser volúvel também cansa. Porque ninguém leva a sério alguém que passa a semana chorando pra ficar bem na semana seguinte. Como se fosse preciso ser feliz pra sempre ou triste pra sempre pra ser alguma coisa de verdade.
Não quero mais a realidade comum. Isso é o que mais cansa, pra ser bem sincera. Tenho até arrepios de pensar num futuro escrito e óbvio nas prateleiras de gente sem sal. Só de saber o que vai ser de mim, já quero ser outra coisa. Uma coisa nova e diferente, pra quebrar o que é certo.

 

11 de dezembro de 2012

Liberdade total, mas não a liberdade porra-louca que conduz, no máximo, ao vazio, mas a liberdade que diz coisas que podem-ser, podem-não-ser, que dá ao homem a noção do seu estar-solto no mundo. CFA

Você sabe, estou saindo de um momento muito escuro, então tenho procurado não deixar que as minhas dores pessoais — do meu ponto de vista: enormes — interfiram no meu viver objetivo. - CFA


“Dói. Se me perguntarem o que acontece, só saberei responder isso: dói. Se me perguntarem onde é a dor, ainda assim só responderei: dói. Tudo tem a ver com aquele grito reprimido, aquele sonho escondido, aquele choro nem sempre contido: dói. Aquela vontade de cortar a garganta para não poder gritar. Aquela vontade de arrancar os olhos só pra não poder ver. Aquela vontade de esmagar o coração só para não poder sentir. Mesmo com todas essas coisas incapacitadas ainda assim doeria. Porque não está na garganta, nos olhos, no coração. Está em toda parte.”
CFA

14 de outubro de 2012