Powered By Blogger

21 de janeiro de 2016

Hoje eu sei que tudo que eu podia fazer, eu já fiz. Eu fui, eu vi, eu vivi. Às vezes, esse "tudo" é pouco perto do que podíamos ter feito. Às vezes, é mais do que suficiente. Preciso esquecer dos pequenos detalhes: 5 anos, sem namorado, último ano tentando realizar meu sonho. São detalhes. São o meu passado e não o meu futuro. O meu futuro é o agora, é o amanhã em que eu direi "1 ano como estudante de medicina, com namorado, início da minha vida". Essa época de transição e indefinições não me pertencem mais, não fazem mais parte do que eu quero pra mim. Eu quero certezas e quem quer consegue. É a lei da atração. Nós atraímos justamente aquilo que nós queremos. Consciente e inconscientemente. Por isso, precisamos antever qualquer espécie de autossabotagem do nosso inconsciente. Precisamos ser claros conosco. Continue andando e, em algum momento, a vida vai te dar exatamente aquilo que tu sempre quis. 

6 de janeiro de 2016

Às vezes, o invisível assusta. Não saber o que virá em seguida dá medo e, em muitas ocasiões, paralisa. O invisível é, entretanto, nosso amigo. É quando somos obrigados a enxergar com o coração e não com a razão. "O essencial é invisível aos olhos".

20 de dezembro de 2015

É errado querer alguém que esteja do seu lado? Alguém para poder encostar a cabeça enquanto vê um filme ou alguém para se aventurar em trilhas e lugares desconhecidos. Alguém que leve e veja a vida "leve". Constante. Alguém que esteja ali quando eu precisar e quando eu não precisar também. Alguém que faça questão de saber do que eu gosto sem nunca se esquecer que eu sou preguiçosa e vivo atrasada. Alguém que entenda que além de linda e maravilhosa, eu também erro, mas nem por isso perco  o meu encanto. Alguém que me abrace forte como se nada pudesse nos atingir, alguém que me faça pensar, nem que seja por alguns minutos, que o mundo é só nosso e não há mais nada nem ninguém além de nós. Alguém que ature e tenha paciência com os meus ataques de carência, sou humana e, principalmente, mulher. Alguém que goste e queira andar de mãos dadas e de abraços apertados. Alguém que queira dividir seu tempo comigo, por mais escasso que ele seja. Alguém que eu não tenha medo para falar certas coisas ou ter certas atitudes. Alguém que seja corajoso também. Não quero um amor romântico. Quero um amor real, de carne e osso, com as imperfeições que cada um tem, mas que saiba lidar com elas e reconhecê-las. Um amor parceiro no crime, na risada, na amizade, na vida.   1 dose de objetividade                              2 doses de amizade e companheirismo                           2 doses de charme                                   1 dose de inteligência e sarcasmo           E muitas doses de atitude, por favor

12 de novembro de 2015

Eu odeio certos clichês de superação. 

7 de novembro de 2015

Eu não sei o que eu fiz de errado. Talvez eu ter feito o certo tenha me custado amizades que eu jurava serem eternas. Talvez se eu tivesse continuado sendo amável, fraca e submissa, isso nunca teria acontecido. Eu nunca teria perdido essas amizades. Mas a realidade não é assim; eu cresci, elas não. Eu mudei: na alma e na aparência. Elas mudaram a aparência, mas continuaram com as mesmas atitudes vazias e fúteis. Eu nunca quis ser vazia ou fútil, sempre quis mais, quis ser o melhor de mim. Gostaria de poder dizer que já sou a minha melhor versão, mas não vivi nem metade da minha vida para ser, de fato, o meu melhor. Posso dizer que hoje sou a minha melhor faceta desde os meus 15 anos e que, depois de tanto tempo, encontrei o meu eixo de direção. Sei onde estou e sei onde quero chegar. Mas elas não. E, talvez por isso, a inveja que nunca tinha sido nutrida antes, começou a ser alimentada agora, destruindo qualquer tipo de laço de amizade que nós tínhamos no colégio. Mas, apesar da mágoa pequeninha que tenta se instalar em meu peito, hoje eu agradeço. Agradeço mil vezes e por mil anos por elas terem mostrado a sua verdadeira face diante de mim. Agradeço por ter sido cedo e agradeço pela época em que vivemos juntas, foram válidas naquele tempo, mas não mais. Essa é a minha despedida para as falsas promessas, pretenções, amizades e amores. Essa é a minha despedida para tudo que é ludibriante e ilusório, desprovido de sentimentos reais e sadios. Esse é o meu olá para tudo aquilo que for repleto de sentimentos verdadeiros e altruístas. Esse é o meu olá  para uma nova fase da minha vida. Uma nova Katherine, a plena.

4 de novembro de 2015

Eu posso ser um anjo ou um diabo. Muitas vezes sou os dois. Ao mesmo tempo.

Tudo depende do ponto de vista. Do seu. Do meu. Depende da reação que tu irás desencadear em mim. Nunca fui do tipo que espera por algo ou por alguém, sou do tipo que age de acordo com a lei da "ação e reação". Bate e volta. Posso mostrar o melhor de mim assim como o meu pior, tudo depende das circunstâncias. É aquela típica dubiedade sadia: eu posso ser um anjo ou um diabo. Muitas vezes eu sou os dois. Ao mesmo tempo.

19 de outubro de 2015

Ser surpreendida pela vida nunca antes foi tão mágico e maravilhoso. Nós sempre vamos esperar por alegrias inesperadas e por um beijo roubado, mas a verdade é que a felicidade está sempre ai, do seu lado, do meu lado, do nosso lado. Sempre conosco, esperando ansiosamente pelo momento em que nós estaremos abertos para acolhê-la. Basta se permitir. 

12 de outubro de 2015

Tudo é uma questão de percepção.

Se eu posso sonhar, eu posso tentar. Se eu posso tentar, eu posso conseguir. Se eu quero, eu consigo. Simples assim. 

5 de agosto de 2015

Além.

Eu não sei exatamente quando. Quando a fome de viver e o anseio de fugir do furacão de problemas se tornaram numa espécie de vazio. Vazio. Oco. Espaço inerente e sem nenhum preenchimento. Vazio. Ele é um dos piores sentimentos que um ser humano pode sentir. Por causa dele cometemos burradas e catástrofes desnecessárias pelo simples motivo de querermos nos sentir "plenos". A verdade é que eu ainda quero muita coisa dessa vida. Mas eu não posso me perder de mim mesma, de quem eu sou realmente. Minha busca pela plenitude recém começou e eu ainda experimentarei muitas sensações e emoções. A vontade de se querer deixar ao acaso, ao simples "vou levando assim", ao "destino", é imensa. A vontade de não ter que se agarrar com todas as forças à vida que lhe deram sempre vai ser grande. Por isso, se deve sempre incluir uma frase logo após a "força": de vontade. Força de vontade. É ela que sem nem perguntar, nos invade e nos preenche com uma certa euforia e ansiosidade. É ela que nos move pra frente, nos dá o empurrão que muitas vezes precisamos. E, eu quero. Eu quero agarrar essa vida com todas as forças do meu ser. Eu quero arriscar todas as minhas fichas nos meus sonhos sejam eles fúteis, ou indispensáveis. Eu quero viver não somente a vida pela qual eu estou predestinada, mas aquela pela qual eu ESCOLHI. Eu quero viver além. Além de mim. Além dos meus sonhos. Além de tudo.

17 de julho de 2015

Blessed

Talvez eu não me importasse tanto assim com ele ou talvez eu simplesmente seja uma pessoa prática: alguém que se desapega fácil daquilo que não lhe faz mais feliz. O que eu sei é que eu sinto. Sinto intensamente tudo o que devo sentir, na hora exata e precisa, mas nunca na hora errada. Não mais. Não me deixo iludir por falsos pretextos, "e se..." e ilusões encantadoras. Eu vivo o que tem que ser vivido, aqui e agora. Às vezes, muitas vezes, vivo mais além, além de todos os fogos cruzados, porém nunca me perco do que me torna "tão única". Nunca me perco de mim mesma. Quando a gente se encontra dentro de si mesmo, quando olhamos pro espelho e vemos realmente quem está sendo refletido, sem dúvidas e hesitações, perdemos o medo de dizer o que pensamos e, principalmente, de perder alguém. Não acredito em caras-metades, e em metades da laranja. Acredito em pessoa únicas a seu modo que, por amor ou puro encantamento, se tornam algo mais, algo além de si mesmos. Acredito em transbordar. Para mim, o copo nunca está vazio e, muito menos, "meio cheio". Para mim, ele está sempre cheio. Repleto de "ser". Para mim, ou é, ou não é. Ou me quer agora e sempre, ou não me quer nunca mais. As metáforas e reflexões ficam apenas às margens do caderno, nunca às margens do coração.